Entrar no território
Imersão investigativa, encontros e leitura das obras. Sem oficina de criação.
R$ 300por pessoa · mínimo equivalente a 14
Ver roteiro e inclusões →
Experiências Favela Galeria
Arte, cultura, cidade e memória vividas no território.
Olhar de perto, escutar quem cria aqui e voltar enxergando mais. Uma jornada de preparação, encontro e continuidade para escolas, universidades, grupos e visitantes.

Três formatos · uma mesma marca
Imersão investigativa, encontros e leitura das obras. Sem oficina de criação.
R$ 300por pessoa · mínimo equivalente a 14
Ver roteiro e inclusões →Imersão e uma experiência de linguagem conduzida por quem a pratica.
R$ 540por pessoa · mínimo equivalente a 14
Ver roteiro e inclusões →Imersão e criação coletiva de graffiti em muro autorizado, com acompanhamento artístico.
R$ 720por pessoa · mínimo equivalente a 14
Ver roteiro e inclusões →Valores da experiência. Transporte à parte, cotado na proposta. Durações no território. Grupos menores podem solicitar a contratação mínima equivalente a 14 pessoas.
Seis experiências que mobilizam
Palavra, letra, som, corpo e imagem transformam o percurso em experiência.
Jogos de palavra, escuta e criação coletiva preparam a turma para olhar o território.
Conhecer →A turma traduz a experiência em nome, traço e assinatura desenhada.
Conhecer →Pixo, tipografia, autoria e direito à cidade em uma experiência crítica e prática.
Conhecer →A turma transforma o fim de um ciclo em obra coletiva autorizada.
Conhecer →Escuta, ritmo e produção musical para contar o lugar por outra frequência.
Conhecer →Breaking, presença e criação coletiva para fazer do corpo uma linguagem.
Conhecer →Pipa e cultura da brincadeira, tranças e ancestralidade, DJ e outras linguagens continuam disponíveis no catálogo. A curadoria final considera idade, objetivos, agenda e artistas disponíveis.
Para professores e coordenações
A escola define seus objetivos. Nós construímos a experiência com ela. Consulte as relações curriculares, propostas de registro e referências para planejar antes, durante e depois da visita.
Professor e equipe alinham série, repertórios, questão investigativa, acessibilidade e produção esperada. A turma registra hipóteses sobre o território.
Pequenos grupos observam obras e lugares, escutam moradores e agentes culturais e registram descobertas. As linguagens de criação dependem do formato contratado.
A turma compara hipóteses e registros, revisa textos e partilha suas interpretações. A devolutiva pode ser um mapa, poema, exposição ou relato argumentado.
Considerar qualidade das perguntas, uso de evidências, escuta, revisão e cooperação. Não avaliar pela exposição pessoal ou pela facilidade de se apresentar.
| Situação | Áreas de diálogo | Aprendizagem possível | Evidência sugerida |
|---|---|---|---|
| Entrevistar moradores e agentes culturais | Língua Portuguesa + História | Escuta, formulação de perguntas, memória e leitura crítica de fontes. | Roteiro de entrevista e registro comentado; comparar relato e outras fontes. |
| Ler murais e escritas urbanas | Arte + Linguagens | Composição, autoria, representação e relação entre imagem e palavra. | Leitura visual fundamentada, com autoria apenas quando confirmada. |
| Percorrer e registrar o território | Geografia + Ciências Humanas | Paisagem, circulação, usos do espaço e direito à cidade. | Mapa de observações e pergunta investigativa apoiada em evidências. |
| Ler, escrever e apresentar rimas | Língua Portuguesa + Arte | Oralidade, produção e revisão de versos, ritmo e escolhas de linguagem. | Primeira versão, reescrita e apresentação comentada. |
| Investigar trabalho e economia local | Matemática + Projeto de Vida | Organização do trabalho, custos e circulação de renda. | Diagrama da cadeia produtiva ou problema com dados autorizados. |
| Criar uma obra coletiva | Arte + Projeto de Vida | Intenção comunicativa, negociação, planejamento e cooperação. | Esboço, decisões do grupo e reflexão sobre a obra; graffiti no formato de 9h. |
| Investigar ambiente e infraestrutura | Geografia + Ciências da Natureza | Água, resíduos, clima e condições urbanas, quando previstos no roteiro. | Registro situado e proposta argumentada, sem generalizar a comunidade. |
Esta matriz é uma proposta de articulação pedagógica. O professor seleciona os objetivos adequados à etapa e ao currículo da escola. Não há promessa de desenvolver todas as aprendizagens em uma única visita.
Observação, narrativa oral, desenho e pertencimento, com tempo e linguagem adaptados. Planejamento específico com a escola.
Entrevista, leitura de imagens, poesia, diversidade linguística e cidade. Rima pode integrar Língua Portuguesa e Arte.
Investigações interdisciplinares, autoria, trabalho, desigualdades e Projeto de Vida. Relação com LDB, DCNEM e projetos escolares.
Memórias, trajetórias de trabalho e leitura do território a partir dos saberes dos participantes; percurso definido com a equipe escolar.
As linguagens do hip-hop são abordadas com sua história, seus agentes e sua produção cultural. Cultura negra, memória e representatividade atravessam a leitura do território e das obras.
A experiência pode apoiar o trabalho de Educação das Relações Étnico-Raciais. Narrativas indígenas exigem repertório e participação adequados; não são presumidas a partir do hip-hop. A escola mantém a responsabilidade pelo conjunto de seu currículo.
| BNCC | Etapa | Foco de aprendizagem | Exemplo de atividade |
|---|---|---|---|
| EF69LP51 | 6º ao 9º ano | Planejamento, revisão e reescrita literária. | Comparar versões e justificar escolhas. |
| EF69LP53 | 6º ao 9º ano | Oralização e declamação expressiva. | Experimentar ritmo, pausas e entonação. |
| EF69LP54 | 6º ao 9º ano | Efeitos de som, figuras e performance. | Explicar o efeito de uma rima ou metáfora. |
| EF69LP55 | 6º ao 9º ano | Variedades linguísticas e preconceito. | Discutir usos da língua em seus contextos. |
| EF89LP36 | 8º e 9º anos | Criação de versos e recursos expressivos. | Criar e revisar um poema autoral. |
Sínteses das habilidades, não transcrições. Consulte a BNCC oficial, páginas impressas 159, 161 e 187. Estes códigos são do Ensino Fundamental; no Ensino Médio a seleção é feita com a coordenação da etapa.
A Lei 18.510/2026 de São Paulo prevê ações de formação ligadas ao rap e relaciona rodas de rima ao estudo da Língua Portuguesa. É uma referência pertinente para desenhar uma proposta de leitura, escrita e oralidade.
Nosso projeto de Escola de Rima está em desenvolvimento. A referência à lei não significa que o projeto seja a Casa de Cultura municipal, nem que tenha financiamento ou parceria pública já concedidos.
Ler a lei municipal, especialmente arts. 2º e 3º →Seleção temática de marcos de 2016 a 2026, com referências anteriores essenciais. Consulta em 21/09/2026. As aplicações ao projeto são interpretações pedagógicas; o conjunto não é um inventário exaustivo de toda a legislação educacional.
Âmbito: Educação Básica.
Artes visuais, dança, música e teatro compõem o ensino de Arte. Conexão proposta: leitura e criação artística com reflexão sobre processos.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Educação Infantil e Ensino Fundamental.
Referência para selecionar aprendizagens por etapa. Nas experiências, a escola define os objetivos e os registros esperados.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Ensino Médio.
Fundamenta a BNCC da etapa. Deve ser lida com a LDB atual e as DCNEM de 2024, sem reproduzir cargas horárias antigas.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Política cultural nacional.
Reconhece DJ, breaking, MC, graffiti e conhecimento. Sustenta a valorização cultural; não certifica cursos ou fornecedores.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Ensino Médio.
Relaciona investigação, vida comunitária, trabalho e saberes. Aplicação proposta: perguntas de campo e reflexão sobre território e futuro.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Ensino Médio.
Diretrizes da etapa: contextualizar o percurso na proposta pedagógica da escola e articular áreas do conhecimento.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Educação Básica e Superior.
Atualiza a política de educação ambiental com clima, biodiversidade e riscos. Usar quando o roteiro efetivamente investigar essas questões.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Patrimônio cultural de São Paulo.
Reconhece o hip-hop como patrimônio imaterial estadual. Referência para memória, pertencimento e valorização dos agentes culturais.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Ensino Médio.
Parâmetros dos itinerários de aprofundamento. O percurso pode compor um projeto escolar planejado; não constitui sozinho um itinerário completo.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Oferta de Educação Integral em Tempo Integral.
Referência para desenvolvimento integral. Consultar também suas alterações posteriores; não confundir visita de dia inteiro com oferta escolar de tempo integral.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Ensino Médio no sistema estadual paulista.
Relaciona currículo e formação integral no contexto paulista. O enquadramento da atividade é definido pela escola e pelas normas do seu sistema.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Programa Escola Nacional de Hip-Hop.
Institui programa que integra pedagogias do hip-hop à Educação Básica. Afinidade pedagógica não significa adesão, parceria ou chancela do MEC.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Planejamento nacional da educação.
Referência estratégica para os próximos dez anos. Não cria reconhecimento automático da experiência como carga horária escolar.
Consultar fonte oficial →Âmbito: Cultura e rodas de rima na cidade de São Paulo.
Os arts. 2º e 3º conectam formação em rap, rodas de rima e Língua Portuguesa. A lei autoriza a criação de equipamento municipal; não atribui esse status ao nosso projeto.
Consultar fonte oficial →LDB, art. 26-A, Leis 10.639/2003 e 11.645/2008, Resolução CNE/CP 1/2004 e Resolução CNE/CP 1/2012. A aplicação deve se refletir em repertório, relações de aprendizagem e práticas concretas.
LDB consolidada →A visita não equivale automaticamente a horas curriculares, a um itinerário completo ou a uma certificação do MEC. A integração à proposta pedagógica e eventual reconhecimento são definidos pela escola e por seu sistema de ensino.
O território é o currículo
Imagem, palavra, narrativa e expressão.
Quem conta o território e o que permanece.
Paisagem, urbanização e circulação.
Identidade, raça, direitos culturais e direito à cidade.
Pertencimento, trabalho e futuro.
Arte, produção cultural e renda.
Escuta, entrevista, registro e narrativa.
Água, infraestrutura e cotidiano.
Nossa metodologia
A arte urbana encontra as pessoas no cotidiano. Um rosto negro no muro, uma frase ou uma memória do bairro podem abrir reconhecimento e perguntas. Cultura e representatividade fazem parte da identidade do território e daquilo que a turma vem investigar.
Antes de explicar, observar.
Conhecer a história com quem vive aqui.
Investigar a partir de uma questão.
Dar linguagem ao que foi vivido.
A expressão se adapta ao formato: no percurso de 3h, registros e partilha; em 6h, uma linguagem; em 9h, a obra coletiva.
Conheça a metodologia completa →No formato de 6 horas
Um traço, uma rima, um passo ou uma composição são meios para dizer alguma coisa.
Os participantes experimentam linguagens para interpretar o que viram, ouviram e descobriram.
Exclusivo da experiência de 9 horas
Investigar o território. Escolher o que comunicar. Conceber uma obra com um artista e participar da execução em superfície autorizada.
Quando a turma vai embora, alguma coisa fica. O mural passa a integrar a Favela Galeria. Superfície e condições de permanência são combinadas na proposta.
Da ideia ao muro →
Convites para 2027
Turmas de formatura
Uma experiência de 9 horas para transformar esse momento de passagem em graffiti coletivo.
Conhecer o convite →Agenda 2027
15% até 30/10, 10% até 30/11 e 5% até 30/12, sobre o valor da experiência.
Ver condições →Vila Flávia Criativa
Artistas, produtores, educadores, comerciantes e moradores fazem circular saberes e renda. Conhecer o território também é perceber cultura como produção, trabalho e possibilidade de futuro.
Planejar com clareza
Transporte é opcional e cotado à parte. O formato de 3h inclui acolhimento/café; 6h, lanche reforçado ou brunch; 9h, café de recepção, almoço e café final, conforme a proposta.
Alinhamos apoios, percurso, adaptações e remarcação antes da contratação. O mínimo comercial equivale a 14 participantes; o acompanhamento é dimensionado para cada grupo.
Conte quem vem. A equipe confirma roteiro, data e condições com você.
Copie a mensagem e cole na conversa. O canal oficial usa um link comercial do WhatsApp.